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A SEEDF apresenta livro de alunos durante o 2º Congresso da Felicidade

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A iniciativa reúne produções de estudantes de 16 escolas públicas.

O livro *Escola da Felicidade* compila trabalhos de alunos da rede pública que participaram do concurso "Educação para a Felicidade". | Imagem: André Amendoeira, Ascom/SEEDF.

No Dia Internacional da Felicidade, celebrado pela Organização das Nações Unidas (ONU) na última sexta-feira (20), o Museu Nacional da República foi palco do 2º Congresso da Felicidade de Brasília. O evento contou com a presença de educadores, pesquisadores e gestores públicos e marcou o lançamento do livro *Escola da Felicidade* pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), reunindo os trabalhos vencedores de 16 escolas públicas.

A ação é fruto de uma parceria entre a SEEDF, a Aliança das Mulheres que Amam Brasília (AmaBrasília) e o Movimento Brasília Capital da Felicidade. Por meio do concurso, os estudantes foram convidados a refletir sobre o tema "educação para a felicidade", expressando suas ideias por meio de ilustrações que mostrassem como imaginam uma escola onde se sentem realmente felizes. Os trabalhos escolhidos foram premiados com R$ 4 mil por escola e serviram como base para apresentações no congresso.

A subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Braga, representando a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ministrou uma palestra durante o evento sobre o papel essencial da escola na formação integral dos alunos. Segundo Iêdes, a atuação escolar deve ir além do ensino acadêmico. "Não é suficiente que o estudante apenas assimile os conteúdos; é fundamental formá-lo como um ser humano integral", destacou.

Ela também abordou um dos maiores desafios resultantes da pandemia: o aumento da ansiedade e o distanciamento emocional entre os jovens. Apesar das adversidades, Iêdes reforçou o compromisso das equipes da SEEDF em criar um ambiente educacional mais acolhedor e positivo.

"Enfrentamos muitos desafios e dificuldades, mas o que mais se destaca é o empenho de nossas equipes em tornar a vivência escolar mais leve e serena para nossos estudantes. Porque é isso que possibilita alcançar o estado de felicidade que buscamos", afirmou.


A subsecretária Iêdes Braga destacou, em palestra, o papel das escolas na formação integral dos estudantes durante o congresso promovido pelo Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro (IPCB). O evento reuniu especialistas, incluindo Lhatu, diretor do Centro de Felicidade Interna Bruta do Butão, e apresentou a pesquisa "Felicidade no Distrito Federal", elaborada pelo IPEDF.

Eduardo Ruy Ramos, representante do Movimento Brasília Capital da Felicidade, abordou a ciência da felicidade como um conceito amplo, que abrange dimensões sociais e coletivas, como relacionamentos e prosito.

Para Iêdes Braga, as escolas devem ser o ponto de partida para transformar Brasília na capital da felicidade. Ela defende que a felicidade no ambiente escolar deve ser implementada como política pública essencial, conectada ao aprendizado e ao futuro das crianças.

Da redação do Portal de Notícias Ritmo Cultural