O relatório sobre Educação Especial foi apresentado durante a reunião do Conselho | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF. No centro da imag ...

O relatório sobre Educação Especial foi apresentado durante a reunião do Conselho | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.
No centro da imagem, da esquerda para a direita: Erenice de Carvalho, Eliana Mussi e Hélvia Paranaguá. Foto registrada por Felipe de Noronha (Ascom/SEEDF). Eliana Moysés Mussi assume a presidência da instituição para o biênio 2026-2028.
Nesta quinta-feira (5), aconteceu a solenidade de posse da nova presidente do Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF), Eliana Moysés Mussi. Ela estará à frente da instituição durante o período de 22 de dezembro de 2025 a 21 de dezembro de 2027. O cargo de vice-presidente será ocupado por Erenice Natália Soares de Carvalho. A cerimônia, com caráter simbólico, marcou o início de uma gestão focada no fortalecimento do debate sobre políticas educacionais inclusivas.
Eliana Moysés Mussi enfatizou, durante seu discurso, a necessidade de um sistema educacional mais integrado e igualitário. Para ela, a articulação entre as redes pública e privada é imprescindível para alcançar uma educação verdadeiramente inclusiva. Segundo Mussi, é essencial que todas as instituições compreendam e implementem as normativas já estabelecidas, integrando-as em um sistema mais amplo que envolva colaboração entre setor público e privado, com o objetivo maior de promover a inclusão educacional.
Como parte da cerimônia, foi apresentado um relatório sobre Educação Especial no sistema de ensino do Distrito Federal. O documento, elaborado pela nova presidente em conjunto com a técnica Renata Antunes de Souza, reuniu avanços conquistados na área e desafios que ainda precisam ser enfrentados.
A apresentação do relatório ocorreu durante uma reunião do Conselho. Foto capturada por Felipe de Noronha (Ascom/SEEDF).
No evento, a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, reforçou a importância das políticas de inclusão e a evolução que elas têm registrado ao longo dos anos. Ela destacou que, entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000, os esforços se concentravam em garantir que as escolas privadas aceitassem crianças com deficiência. Atualmente, nenhuma escola tem o direito de recusar alunos com necessidades especiais. No entanto, conforme lembrou a secretária, é fundamental continuar avançando nesse campo. Hélvia enfatizou que manter o diálogo é crucial para superar novos desafios e consolidar a inclusão no sistema educacional.
A secretária também salientou a relevância das parcerias interinstitucionais para tornar as escolas mais seguras e acolhedoras. Ela mencionou, por exemplo, a colaboração estabelecida com o Corpo de Bombeiros para implementação da chamada Lei Lucas (Lei nº 13.722/2018). Segundo Hélvia Paranaguá, iniciativas como essa são indispensáveis para desenvolver ações inclusivas mais integradas, contemplando desde suporte à saúde até a participação plena dos estudantes no ambiente escolar.
A nova gestão do Conselho de Educação do Distrito Federal deixa claro que suas prioridades serão o fortalecimento das políticas inclusivas e o estreitamento das relações entre as redes pública e privada de ensino.
Texto produzido pela equipe do Portal Ritmo Cultural, com informações fornecidas pela Ascom/SEEDF.