Entidades do setor produtivo reúnem candidatos para d isc u t i r desburocratização, segurança jurídica, habitação e infraestrutura no Distr...
Entidades do setor produtivo reúnem candidatos para discutir desburocratização, segurança jurídica, habitação e infraestrutura no Distrito Federal. O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) e a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) organizaram um encontro crucial com os candidatos ao Governo do Distrito Federal. O evento atraiu empresários, engenheiros e líderes do setor, visando avaliar propostas para o desenvolvimento sustentável e fortalecer o setor imobiliário e de infraestrutura local.
Durante a reunião, os organizadores apresentaram aos candidatos uma carta aberta destacando as principais demandas do setor. Entre os tópicos centrais debatidos estavam a necessidade de acelerar o licenciamento de obras, revisar e modernizar normas urbanísticas, além de elaborar políticas públicas eficientes para habitação de interesse social.
A construção civil é um dos principais impulsionadores da economia no Distrito Federal, gerando milhares de empregos diretos e indiretos. As lideranças das entidades enfatizaram que o progresso da região depende de previsibilidade e segurança jurídica.
Regularização Fundiária: Diretrizes para combater o parcelamento irregular do solo e incentivar a ocupação legal da terra.
Investimento em Infraestrutura: Soluções para gargalos na mobilidade urbana e na expansão das redes de água, esgoto e energia em novas áreas de desenvolvimento.
Habitação Social: Parcerias público-privadas para diminuir o déficit habitacional nas faixas de menor renda.
O setor produtivo precisa de respostas claras, afirmou a liderança do evento na abertura. Estamos interessados em compreender quais compromissos os futuros gestores assumirão em relação à simplificação dos processos e à garantia de investimentos contínuos em infraestrutura.
O encontro reforçou o papel estratégico do Sinduscon-DF e da Ademi-DF como interlocutores chave entre o poder público e o mercado produtivo, sublinhando que o futuro urbano do DF passa pelo diálogo transparente com a construção civil.
